Briga em condomínio de luxo envolve jogadores e deixa vizinho ferido com mordida no nariz



Uma confusão entre moradores e jogadores do Fortaleza Esporte Clube em um condomínio de alto padrão no município de Eusébio (CE) virou caso de polícia e segue sob investigação pela Polícia Civil do Ceará como lesão corporal dolosa. A briga aconteceu na manhã do dia 1º de janeiro, durante as comemorações de Réveillon, após uma reclamação de vizinhos sobre o volume do som em uma residência ocupada pelos atletas.

Câmeras de segurança do condomínio gravaram o confronto, no qual nove pessoas aparecem envolvidas — incluindo três jogadores do Fortaleza — os argentinos José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino — além de moradores, convidados e duas mulheres. 

Segundo relato de um dos moradores que participou da confusão, o desentendimento começou quando ele foi até a casa onde ocorria a festa para reclamar do som alto. Durante a troca de palavras, ele afirma que teria sido mordido no nariz por Herrera, resultando em um ferimento que exigiu cirurgia e corre risco de infecção ou deformidade. 

A investigação policial segue em andamento na Delegacia de Polícia Civil de Eusébio, com depoimentos e imagens sendo analisados para esclarecer as circunstâncias da briga e a participação de cada envolvido.

O Fortaleza Esporte Clube informou que está acompanhando o caso de perto e prestando apoio aos atletas envolvidos, mas ainda não divulgou um posicionamento oficial detalhado sobre as agressões. 

Entre os relatos complementares, os jogadores citados negaram ter iniciado a briga: Mancuso afirmou que a confusão teria começado após provocações e invasão de vizinhos à residência, e Pochettino declarou que não se considera responsável pelo episódio, sugerindo que o incidente foi inflado nas redes sociais.




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