Bebê é internado com queimaduras nos pés após recreação em creche


Criança permanece em hospital em Vitória e Polícia Civil investiga o incidente em unidade de ensino infantil


Um bebê de 1 ano e 9 meses foi internado no Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória, em Vitória (ES), após sofrer queimaduras de segundo grau nos dois pés enquanto participava de atividades recreativas em uma creche particular "Espaço Ver Crescer" ,no município da Serra. O caso ocorreu na última sexta-feira (6), segundo relatos da família e confirmações da Polícia Civil.

De acordo com a mãe de um menino, Stefani Schaffer a criança estava sob os cuidados da instituição quando foi informada sobre o ferimento e posteriormente encaminhada aos serviços de saúde. 

Imagens e relatos apontam que a queimadura pode ter ocorrido após o pequeno pisar em uma superfície muito quente durante a recreação, conforme explicado por representantes da creche — detalhe que tem sido questionado pelos familiares, que contestam as explicações oferecidas.

A família afirmou ainda que houve demora no atendimento médico e nega ter recusado qualquer encaminhamento hospitalar, contrariando versões divulgadas pela unidade de ensino. A creche, por meio de sua assessoria jurídica, declarou que comunicou os responsáveis imediatamente ao identificar o ocorrido e que está colaborando com as autoridades.


O que diz a creche

Em nota, a advogada da creche "Espaço Ver Crescer" informou que houve uma ocorrência envolvendo um menor durante atividades recreativas e que o atendimento foi prestado assim que a situação foi percebida.

A advogada que representa o estabelecimento afirmou que os responsáveis foram comunicados prontamente e que as providências cabíveis foram adotadas.

O caso está em apuração interna, com registro dos fatos, e a creche informou que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

A nota destaca ainda que, por se tratar de menor de idade, não serão divulgadas informações detalhadas sobre o ocorrido nem dados clínicos da criança, em respeito à legislação vigente.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da Polícia Civil capixaba, e o processo tramita em sigilo, conforme previsto na legislação por envolver um menor de idade.





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