Michelle diz que cuidar de Bolsonaro é 'prioridade' após Flávio afirmar que ela será candidata ao Senado


Ex-primeira-dama alegou também receber com 'carinho as manifestações do povo brasiliense'

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado receber com “carinho as manifestações do povo brasiliense” para que ela seja candidata pelo Distrito Federal (DF) no pleito deste ano. A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alegou, no entanto, que a prioridade dela permanece sendo o marido e a filha — sem cravar seu futuro político. A declaração ocorre um dia após o senador e pré-candidato do PL à presidência Flávio Bolsonaro dizer que a madrasta deve disputar o Senado pelo DF em outubro.

“Como tudo na minha vida, o meu futuro político eu entrego nas mãos de Deus. Digo novamente, com coração em paz: a minha prioridade é e sempre será o meu marido e as minhas filhas”, escreveu Michelle nas redes sociais.

A ex-primeira-dama destacou que Jair Bolsonaro está “com a saúde debilitada desde 2018” e alegou que “a maior preocupação (dela) é concentrar todo o esforço em seus cuidados”. Ela também agradeceu a “compreensão” do presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, pelo período de licença do posto de presidente do PL Mulher.

Na sexta-feira, Flávio afirmou que Michelle é pré-candidata ao Senado pelo Distrito Federal. A declaração foi dada ao programa Pânico, da rádio Jovem Pan. Na mesma entrevista, o parlamentar que é pré-candidato à Presidência, disse que seu irmão Renan Bolsonaro, que é vereador em Balneário Camboriú.

— Vai todo mundo ser pré-candidato a alguma coisa, então o Carlos (Bolsonaro) é pré-candidato a senador lá em Santa Catarina, o Renan (Bolsonaro) é pré-candidato a deputado federal também em Santa Catarina (…) A Michelle (Bolsonaro), ao que tudo indica, também é pré-candidata a senadora no Distrito Federal, então acho que vai ficar mais ou menos cada um me ajudando dentro da sua — disse o senador.

De acordo com Flávio, o único familiar que não vai disputar a eleição será deu irmão Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos. O pai do senador está inelegível e preso após ser condenado no Supremo Tribunal Federal pela trama golpista.

Fonte: O Globo




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