Criança com TEA em terapia - crédito: FreepikUm estudo publicado recentemente demonstra uma associação já abordada por especialistas: educação sexual pode ajudar crianças, adolescentes e pessoas com deficiência a se protegerem de violência sexual.
A análise indica que a escassez de informações sobre corpo, limites e consentimento pode contribuir para maior exposição a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), gravidez não planejada e dificuldade na identificação de situações de abuso.
De acordo com os pesquisadores, jovens com TEA passam por mudanças da puberdade e desenvolvem interesses afetivos e sexuais, o que demanda orientação compatível com seu nível de compreensão.
O estudo ressalta que barreiras na comunicação e no entendimento de normas sociais podem ampliar riscos quando não há acompanhamento informativo estruturado.
Recomendações e Estratégias Educativas
Os resultados reforçam a recomendação de que familiares, educadores e profissionais de saúde abordem o tema de forma progressiva.
A pesquisa destaca que estratégias educativas adaptadas podem favorecer o reconhecimento de limites pessoais, a compreensão de comportamentos sociais e a adoção de medidas de proteção.
Fonte: Folha Vitória

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