Foragida há 6 anos é presa por falsificação de documentos de Ronaldinho

Ao lado da émpresária Dalia López, Ronaldinho Gaúcho chega ao Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi em Luque, perto de Assunção, para apresentar seu livro 'Gênio na Vida' — Foto: Norberto Duarte / AFP

Dalia López, de 55 anos, empresária acusada de falsificar documentos do ídolo do futebol brasileiro Ronaldinho, foi presa na tarde de quinta-feira em Assunção, em uma residência particular, informou a Polícia. Ela estava foragida desde março de 2020.

A empresário foi quem promoveu, naquele ano, a visita ao Paraguai de Ronaldo de Assis Moreira, mais conhecido como Ronaldinho, e de seu irmão Roberto de Assis Moreira, para um evento beneficente.

Ao chegar ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar um passaporte e uma identidade falsificados, permanecendo quase um mês na prisão da Agrupação Especializada da Polícia de Assunção. Após o pagamento de uma fiança de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,3 milhões, na cotação da época), um juiz concedeu a Ronaldinho e a seu irmão prisão domiciliar.

Os irmãos ficaram hospedados em um hotel de luxo na capital paraguaia até obterem a liberdade depois de pagar uma multa de 200 mil dólares (R$ 1,1 milhão). Para evitar um julgamento oral e público, Ronaldinho doou 90 mil dólares e seu irmão 110 mil dólares, por ordem do juiz. Dessa forma, puderam deixar o Paraguai cinco meses após a detenção.

A empresária de eventos Dalia López foi acusada do mesmo crime e declarada foragida da Justiça. Vivendo no anonimato desde 2020, López declarou à imprensa, nesta quinta-feira, que decidiu se entregar às autoridades por considerar que sua integridade física estava em risco.

Contra ela pesam acusações de produção de documentos públicos falsos e associação criminosa. Durante uma busca na luxuosa residência onde vivia, a polícia apreendeu mais de 200 mil dólares (cerca de R$ 1 milhão, na cotação atual).

Fonte: O Globo


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