Mulher teria tentado intervir em uma discussão entre Eduardo Barbosa de Oliveira e a filha dela; caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira (4)
O ex-gerente bancário Eduardo Barbosa de Oliveira, condenado pela Justiça após furtar R$ 1,5 milhão de uma agência do Banco do Brasil, em Vitória, foi novamente detido na madrugada desta segunda-feira (04), após agredir a sogra e tentar esfaquear o cunhado no bairro Itararé, na Capital.
Segundo informações da Polícia Militar, Eduardo teria iniciado uma discussão com a esposa, na casa em que residem com a família dela, e a sogra teria tentado intervir, sendo agredida com socos e empurrões.
O filho dela, que mora ao lado, escutou a discussão e foi até lá para tentar acabar com a discussão. Ao ver a mãe ser agredida, pela janela, entrou no imóvel para tentar protegê-la. Neste momento, o ex-gerente bancário teria pegado uma faca para tentar golpear o cunhado, que conseguiu desarmá-lo por um momento.
Ainda segundo os relatos à polícia, eles teriam entrado em luta corporal diante da situação, e enquanto Eduardo tentava reaver a faca, o cunhado o golpeou para impedi-lo de continuar, acionando o Samu em seguida.
Eduardo foi socorrido e conduzido, sob escolta, ao Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), antigo São Lucas, em Vitória.
Relembre o furto
Eduardo era funcionário de uma agência do Banco do Brasil, em Vitória, e foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio Grande do Sul, com R$ 1,5 milhão em dinheiro furtado, em novembro de 2024. No momento da prisão, ele estava acompanhado da esposa e de dois animais de estimação levados na fuga: um gato e um cachorro. Em depoimento após a prisão em flagrante da BR 158, a mulher teria admitido que o plano da dupla era sair do Brasil com destino ao Uruguai.
O suspeito trabalhava na Agência Estilo, na Praia do Canto. O Banco do Brasil informou, na época, que a área de segurança identificou o furto, comunicou às autoridades policiais e colaborou nas investigações que levaram à localização e prisão do funcionário.
Durante a abordagem que levou às prisões, os policiais encontraram maços de cédulas de reais, dólares e euros escondidos em malas e no compartimento do estepe. Parte das notas ainda estava dentro de envelopes plásticos com a marca da Casa da Moeda do Brasil.
A dupla foi parada pela polícia após dirigir por 2.200 km, de Vitória até Santa Cruz, cidade gaúcha. Os dois estavam a, aproximadamente, 247 km da fronteira do Brasil com o Uruguai, destino traçado para a fuga.
Em 2025, Eduardo foi condenado a 7 anos de prisão em regime semiaberto A esposa dele foi absolvida por insuficiência de provas.
Fonte: A Gazeta


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