Suspeita de fraude em sistema de vendas envolve ex-funcionárias e mais de R$ 30 mil em loja de Colatina


Irregularidades teriam sido praticadas por duas ex-funcionárias, segundo informações registradas; vendas eram canceladas após a entrega dos produtos e imagens de câmeras teriam ajudado na apuração


Uma suspeita de desvio de mercadorias e apropriação de valores dentro de uma loja localizada na região de Carlos Germano Naumann, em Colatina, está sendo investigada após a identificação de movimentações consideradas irregulares no sistema do estabelecimento.

Segundo informações obtidas pelo Site ES FALA, as suspeitas recaem sobre duas ex-funcionárias. O caso foi formalmente registrado no início de setembro e envolve operações que teriam causado prejuízo superior a R$ 30 mil.

De acordo com o relato, uma das práticas identificadas consistia na realização normal de uma venda. O cliente efetuava o pagamento, a nota fiscal era emitida e os produtos eram entregues. Depois disso, porém, a operação era cancelada no sistema.

Com o cancelamento, os produtos voltavam a aparecer virtualmente no estoque da loja, mesmo já tendo sido retirados do estabelecimento. Posteriormente, ainda conforme o registro, era realizada uma baixa no estoque para retirar do sistema mercadorias que não estavam mais fisicamente no local.


Produtos teriam sido entregues sem registro completo

Outra possível irregularidade teria sido descoberta por meio da comparação entre as vendas registradas no sistema e as imagens das câmeras de segurança.

Em uma das situações relatadas, um cliente teria adquirido cinco produtos, mas somente três teriam sido registrados na venda. Os outros dois itens, segundo a suspeita, teriam sido entregues sem o devido registro e os valores correspondentes não teriam sido repassados ao estabelecimento.

As imagens das câmeras teriam sido utilizadas para confrontar a quantidade de produtos efetivamente entregue aos clientes com os itens registrados nas operações de venda.


Registro aponta mais de R$ 30 mil em baixas

O documento relacionado ao caso aponta ainda mais de R$ 30 mil em baixas consideradas indevidas atribuídas a uma das ex-funcionárias.

As informações ainda devem ser apuradas pelas autoridades responsáveis, que poderão analisar os registros do sistema, documentos, movimentações financeiras e imagens de segurança para esclarecer a extensão das supostas irregularidades.


Da Redação / Com informações ES




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