O
presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai autorizar a criação
da Comissão Parlamentar de Inquérito ( CPI ) do Óleo na
próxima quarta-feira.
A
intenção é investigar a origem do maior desastre ambiental do país que atingiu
praias do Nordeste, Espírito Santo e deve chegar ao Rio de Janeiro. O óleo está
a 200 km da divisa do ES com Rio.
Comitê
carioca criado para monitorar petróleo quer prevenir efeitos, embora secretária
do ambiente afirme que chegada do material é incerta. E se chegar, será em
pequena quantidade.
Apresentada
pelo deputado João Henrique Campos (PSB-PE) no fim de outubro, a
comissão teve o apoio de 267 parlamentares, 96 a mais do que o número mínimo de
assinaturas exigido pelo regimento da Câmara (171) para a instalação de CPIs.
Só
Felipe Rigoni (PSB) e Amaro Neto (PRB) assinaram o pedido de CPI que teve 31
assinaturas rejeitadas porque não conferiam. E 34 repetidas.
Os
deputados Evair Melo (PP) e Da Vitória (Cidadania) disseram que não assinaram
porque não foram procurados. Segundo informaram suas assessorias, eles pretende
integrar a CPI.
Hoje
surgiu uma nova embarcação (foto) suspeita de derramar o óleo na cista
brasileira.Em Alagoas o Laboratório da Ufal vai entregar informações sobre
novo navio para o Senado.
Eles
não acreditam que petroleiro Bouboulina seja o responsável pelo crime.
O
navio suspeito tem uma tonelagem bruta duas vezes maior do que o Bouboulina ,
apontado pela Marinha e pela Polícia Federal (PF) como o
responsável pelo derramamento de óleo.
Até
agora, foram recolhidos mais de 6 mil toneladas de óleo nas praias, o que
mostra o grande porte do navio responsável pelo incidente.
Os
pesquisadores indicam que o crime ambiental foi cometido por um petroleiro que
navegou entre a África do Sul e a costa norte da América do Sul com
o aparelho que indica sua localização desligado, violando o direito marítimo
internacional. (Com informações de O Globo)
Fonte: Agencia e Congresso


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