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Erick Musso protocola projeto para proibir “pare e siga” em horário comercial

A proposta do presidente da Assembleia é que de 06 às 22 a BR 101 não seja mais paralisada para serviços.


Só quem passa pela BR 101 com frequência sabe o quão irritante é ficar parado por até uma hora as vezes para poder dar sequência a sua viagem.

Por isso, o deputado e presidente da Assembleia Erick Musso (Republicanos), protocolou um Projeto de Lei para regulamentar o sistema de “pare e siga” nas rodovias do ES.

Segundo o Projeto, ficará proibido o bloqueio das rodovias durante a realização de obras de construção ou manutenção realizadas pelo DER ou concessionárias, no período de 06 às 22 horas, de segunda a domingo.

Musso afirma ainda, que esse sistema está gerando transtorno no trânsito, impactando diretamente na economia e na vida dos cidadãos e até na segurança dos usuários das vias.




Não é difícil encontrar quem nunca se estressou ao ter que ficar parado na pista em pleno verão de 40 graus, ou que perdeu algum compromisso por causa do pare e siga da Eco 101.

“Perdi um prova importante na faculdade por causa disso”, falou Eduardo Ferreira que estuda em Vitória e faz o percurso por três vezes na semana.

“Me atrasei para uma consulta ao médico com meu filho, é frustrante saber que a gente ainda paga por isso”. Contou Adriana dos Santos a nossa reportagem.

Concessão

Desde que assumiu a concessão para administrar a rodovia, a empresa Eco 101 transformou a vida dos transeuntes em uma loteria da espera. Se der sorte passa, se não, espera muito.

Com intervenções quase que diárias em trechos que muitas vezes parecem em boas condições, e já outros que visivelmente precisam de reparos são ignorados por completo pela empresa. O trecho na altura do km 261 na Serra entre os bairros Nova Carapina e Campinho da Serra está abandonado e em estado crítico.

Sem falar no limitado número de operadores nas cabines de cobrança que geram propositalmente filas enormes, em especial em horários de pico.

Com uma cobrança de pedágio que já faturou em média R$ 300 milhões por ano desde que começou a operar no estado em 2014. Segundo dados da própria empresa divulgado em balanço.

odiariojornal