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Homem é procurado por estuprar e engravidar a neta de 12 anos e de violentar outras duas crianças


Um homem de 58 anos é suspeito de estuprar a engravidar a neta, de 12 anos, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. Segundo a corporação, ele também é procurado por praticar violência sexual contra outras duas crianças, de 5 e 6 anos, na mesma cidade.

Por meio de nota, divulgada nesta quinta (15/7), a Polícia Civil informou que existem dois inquéritos abertos contra o homem. Ele não teve o nome divulgado, para preservar as identidades das menores.

O primeiro inquérito foi aberto no dia 7 de julho pela Delegacia de Polícia da Mulher do Cabo. Trata-se de um caso de estupro de vulnerável por violência doméstica e familiar.

Nesse caso, a polícia identificou que o avô foi o responsável pela gestação da garota. “Segundo noticiado pela mãe, a vítima, uma criança, foi abusada por um homem, parente da vítima”, afirmou a corporação, no comunicado.

O segundo inquérito foi aberto no dia 12 de julho, também pela Delegacia da Mulher do Cabo. É outro caso de estupro de vulnerável por violência doméstica e familiar.

A diferença, segundo a polícia, é que o mesmo homem que engravidou a neta não tem relação de parentesco com as crianças violentadas.

As famílias das meninas e do suspeito “mantêm convívio doméstico e familiar”, de acordo com a nota da corporação.

A polícia disse que, no segundo caso, as mães das vítimas procuraram a delegacias para fizeram a denúncia, após o surgimento das informações sobre a violência contra a adolescente de 12 anos.

Ainda segundo a polícia, as investigações foram iniciadas e seguem até completa elucidação dos fatos.

Segundo o Código penal, estupro de vulnerável ocorre quando a vítima tem menos de 14 anos. A pena prevista é de até 15 anos de prisão.

De acordo com dados da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), entre janeiro e maio de 2021, foram registrados 952 casos de estupros no estado.

No mesmo período de 2020, ocorreram 1.016 notificações. Isso significa uma queda de 6,3%, de acordo com as estatísticas oficiais.

G1