O que se sabe e o que falta saber sobre queda de helicóptero que matou duas pessoas no ES


Acidente foi na noite desta quinta-feira (9), em Vargem Alta, na Região Sul do Espírito Santo. Vítimas, empresário do ramo de rochas e piloto de 62 anos, morreram no local.

Fotos mostram local do acidente de helicóptero que matou piloto e empresário de rochas no Espírito Santo, Vargem Alta — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Duas pessoas morreram na queda de um helicóptero na noite de quinta-feira (9) em Vargem Alta, na região Sul do Espírito Santo.

As vítimas, o empresário do ramo de rochas, Oto Carneiro Silvestre, de 49 anos e o piloto Breno Ricardo Guglielmi, de 62 anos, voltavam da Vitória Stone Fair, maior feira do setor de rochas ornamentais das Américas quando a aeronave caiu em uma propriedade rural.

Veja, a partir das perguntas abaixo, o que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o acidente.
  • Quando e onde aconteceu o acidente?
  • Quantas pessoas morreram? Há desaparecidos?
  • Há informações sobre as vítimas?
  • Qual é o modelo do helicóptero?
  • O que provocou o acidente?
  • Como estão as investigações?

Quando e onde aconteceu o acidente?

Fotos mostram local do acidente de helicóptero que matou piloto e empresário de rochas no Espírito Santo, Vargem Alta — Foto: Reprodução/TV Gazeta

O helicóptero saiu da Grande Vitória e caiu na noite desta quinta-feira (9) e caiu por volta de 18h30 em uma propriedade rural na cidade de Vargem Alta, no Sul do Espírito Santo.


Quantas pessoas morreram? Há desaparecidos?

Dentro do helicóptero estavam apenas piloto e passageiro. Os dois morreram no local.


Há informações sobre as vítimas?

As duas vítimas do acidente são o empresário Oto Carneiro, proprietário da Maq Stone, empresa de rochas ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do estado e o piloto Breno Ricardo Guglielmi, de 62 anos, natural de Petrópolis, no Rio de Janeiro.


Qual é o modelo do helicóptero?

O helicóptero é um Robinson Helicopter, registro PR-PLF, modelo R44 II, fabricado em 2011. O número máximo permitido de passageiros, segundo o site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é de três pessoas.

A aeronave está registrada em nome da empresa GLOBAL ADMINISTRAÇÃO E SOLUÇÕES INTEGRADAS LTDA.

O registro da aeronave é para serviços privados, com operação negada para taxi aéreo. O certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) tem validade até 2024.

A Aeronave só vai ser retirada do local do acidente pelos proprietários ou seguradora após a conclusão da perícia, prevista para sábado ou domingo.


O que provocou o acidente?

Ainda não se sabe o que provocou o acidente. A princípio, a aeronave teria colidido com fios de alta tensão antes de cair na propriedade rural.


Como estão as investigações?


Investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estiveram no local do acidente. — Foto: Thomaz Albano/TV Gazeta

Durante a tarde desta sexta-feira (10), investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) começaram a investigar as causas do acidente. Inicialmente, os profissionais ouviram moradores e depois procuraram peças da aeronave espalhadas pela região para tentar entender a trajetória feita pelo helicóptero. O foco principal era localizar o rotor de cauda (hélice traseira do helicóptero) que desapareceu.

Fonte: G1 ES


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