Lembra dele? O que fez o 'jogador mais sexy do mundo' trocar o futebol pelas artes


Rúrik Gíslason, que atuava como meio-campista da Islândia, pendurou as chuteiras e escolheu um novo rumo profissional, atuando no cinema e nas passarelas

Rúrik Gíslason, considerado o 'jogador mais sexy do mundo', trocou o futebol pelo cinema — Foto: Reprodução/Instagram

Cada Copa do Mundo deixa uma ou outra pérola difícil de esquecer. A de 2018, realizada na Rússia, surpreendeu muita gente pela presença de Rúrik Gíslason. Naquele momento, ele atuava como meio-campista da Islândia, ocasião no qual ele ficou sob os holofotes mundialmente, tornando-se viral. Seus 1,84 metros de altura e o cabelo loiro o levaram a ficar conhecido para além de suas habilidades dentro de campo, o que lhe rendeu o título de “o jogador mais sexy do mundo” durante aquela Copa.

O impacto foi tão imediato quanto avassalador: em poucos dias, sua conta no Instagram passou de apenas 30 mil seguidores para mais de meio milhão, transformando-o em um fenômeno da noite para o dia. Foi assim que, apenas dois anos depois do torneio, ele pendurou as chuteiras e escolheu um novo caminho profissional.

Rúrik Gíslason, considerado o 'jogador mais sexy do mundo', trocou o futebol pelo cinema — Foto: Reprodução/Instagram

Rúrik Gíslason, considerado o 'jogador mais sexy do mundo', trocou o futebol pelo cinema — Foto: Reprodução/Instagram

Primeiro, tornou-se empresário ao lançar a “Glacier Gin”, uma ginebra premium produzida exclusivamente na Islândia, seu país de origem, além da “Bökk”, marca de roupas urbanas. Em seguida, protagonizou diversas campanhas publicitárias, o que lhe abriu as portas para a indústria cinematográfica. Em 2021, fez sua estreia no cinema com “Cop secret”, uma comédia de ação dirigida por Hannes Thór Halldórsson, o goleiro lembrado por defender um pênalti de Lionel Messi.

Rúrik Gíslason em 'Eat, pray, bark', da Netflix — Foto: Reprodução/Instagram

Após vencer o “Let’s dance” na Alemanha — com uma vitória ao som de tango ao lado de Renata Lusin —, a carreira de Rúrik deu uma virada completa. Aquele meio-campista do FC Copenhagen deu lugar a um ator prolífico que, em apenas cinco anos, deixou sua marca no cinema europeu com títulos como “One million minutes” (2024) e “Wunderschöner” (2025).

Agora, seu nome voltou ao centro das atenções por sua participação em “Eat, pray, bark” (Comer, rezar, ladrar), o novo filme da Netflix no qual assume o papel principal. A trama apresenta Nodon, um treinador de cães com ares místicos que utiliza tradições celtas para curar a relação entre pets e humanos em um acampamento alpino.

Gíslason, que atualmente tem 38 anos, também é embaixador da SOS Barnaþorpin, dedicada ao cuidado de crianças. Em sua conta no Instagram, onde soma pouco mais de 770 mil seguidores, compartilha tanto momentos de lazer quanto sua vida profissional.

Com informações do O Globo




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