VÍDEO: filhote de macaco-prego 'chora' após mãe ser atropelada e comove redes sociais

Flhote de macaco-prego 'chora' após mãe ser atropelada no Sul do Espírito Santo — Foto: Reprodução

Um filhote de macaco-prego comoveu funcionários da Floresta Nacional de Pacotuba, no interior de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, ao emitir um som parecendo como se estivesse "chorando" ao ver a mãe morta após ter sido atropelada.

O animal foi encontrado agarrado ao corpo da mãe, que foi atropelada por um veículo enquanto atravessava a Rodovia João Domingos Zago, que corta a floresta, nesta terça-feira (13).

Um vídeo gravado por testemunhas mostra o filhote emitindo sons "chamando" pela mãe, dando a impressão que estava "chorando". Numa das cenas, o filhote fica apertando e rodeando o corpo da mãe.

Em outra cena, o filhote aparece de olhos fechados, com as patas em cima do corpo da mãe morta, e emitindo son de "choro". O corpo da fêmea foi retirado do local e o filhote foi resgatado por servidores da unidade de conservação. Já resgatado, ele também foi alimentado com ajuda de uma mamadeira.

Nas redes sociais, a equipe que trabalha na floresta alertou para que os motoristas respeitassem o limite de velocidade ao passar pelo local.

"Os bichos estão apenas tentando atravessar o próprio habitat, fragmentado por estradas, na tentativa de buscar recursos como alimento e água. Por isso, reduza a velocidade! Olhe ao redor! Respeite a sinalização! Isso te custará poucos minutos. Sua imprudência tem custado uma eternidade em sofrimento para eles!", destacou a publicação.

A chefe do parque, Augusta Rosa Gonçalves, contou que, no mesmo dia, duas cobras e uma cadela também morreram vítimas de atropelamento na região.

Segundo Augusta, o filhote está bem, foi alimentado e será encaminhado a um centro de reabilitação de animais silvestres.

A Floresta Nacional é uma unidade de conservação de uso sustentável, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), focada na pesquisa científica e na conservação da Mata Atlântica. A unidade protege uma área de 449,40 hectares do bioma Mata Atlântica.


Fonte: G1


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