Suspeito de matar e decapitar Dante Michelini é preso; polícia acredita na solução do crime


Em destaque, foto de Dante de Barros Michelini, durante interrogatório em 1980 por morte de menina Araceli, no Espírito Santo — Foto: Arquivo/ TV Gazeta

A Polícia Civil do Espírito Santo prendeu, na manhã desta quarta-feira (11), o principal suspeito de envolvimento no assassinato do empresário Dante Brito Michelini, de 75 anos, conhecido como “Dantinho”. 

De acordo com a corporação, o homem é natural da Bahia e estava morando na cidade há alguns meses. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, há indicativos de que a prisão represente o esclarecimento do caso. Novos detalhes devem ser apresentados pela Polícia, em coletiva de imprensa, ao longo do dia.

O crime aconteceu no último dia 2, no sítio onde a vítima vivia, na região de Meaípe. O corpo de Michelini foi encontrado decapitado e parcialmente carbonizado, em uma cena que chamou a atenção pela violência e pela forma de execução.

As investigações apontaram ainda duas perfurações por faca no tórax da vítima. A polícia destacou que o corte realizado na decapitação foi preciso, o que reforçou a linha de apuração sobre a dinâmica e a possível premeditação do crime.

Na manhã desta quarta-feira, equipes policiais retomaram buscas no entorno da propriedade, acompanhadas do suspeito, em busca de novos vestígios que possam reforçar a investigação. Materiais encontrados anteriormente na área, foram encaminhados à Polícia Científica para análise pericial e eventual identificação genética. 

Ele ganhou notoriedade nacional por ter sido investigado, na década de 1970, no caso do assassinato da menina Araceli Cabrera Crespo, em Vitória, do qual acabou absolvido pela Justiça.

A motivação do homicídio ainda não foi oficialmente divulgada. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias do crime.

Dante Michelini vivia de forma reservada em Meaípe. Ele ganhou notoriedade nacional por ter sido investigado, na década de 1970, no caso do assassinato da menina Araceli Cabrera Crespo, em Vitória, do qual acabou absolvido pela Justiça.



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