Caso ocorreu durante serviço de limpeza urbana
De acordo com o relato da vítima, um auxiliar de serviços gerais realizava a limpeza de uma via pública com o uso de um soprador quando passou a ouvir reclamações vindas de uma residência próxima. Inicialmente, ele acreditou que a insatisfação estivesse relacionada à poeira provocada pelo equipamento.
No entanto, segundo o trabalhador, a situação tomou outro rumo quando a moradora teria se dirigido a ele com ofensas raciais, incluindo a palavra “macaco”. Diante da fala, ele questionou a mulher e afirmou que acionaria a polícia, por considerar o episódio um crime de racismo.
Após o ocorrido, o servidor público deixou o local e acionou a Polícia Militar.
Ainda conforme as informações, a suspeita negou as acusações. Ela alegou que não se recorda de ter feito qualquer ofensa racial e afirmou que a situação ocorreu em meio a um incômodo com a poeira que teria prejudicado a limpeza de sua garagem. Em um primeiro momento, a mulher optou por permanecer em silêncio ao ser abordada pelos policiais.
Não havia testemunhas no momento do fato.
A ocorrência foi registrada e o caso será apurado pelas autoridades competentes. Pela legislação brasileira, o crime de racismo é considerado inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão.
Da Redação / Com informações ES Fala


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