Investigação aponta que suspeito induzia menores e mulheres com deficiência a atos libidinosos por videochamadas e gravava vítimas adultas
Givanildo Teodoso da Silva, líder religioso, foi preso em GO suspeito de estupro de vulnerável e de gravar relações íntimas com fiéis Foto: Divulgação/Polícia Civil de Goiás
Um líder religioso de uma igreja evangélica de Itumbiara, em Goiás, foi preso pela Polícia Civil suspeito dos crimes de estupro de vulnerável, registro não autorizado da intimidade sexual, posse de pornografia infantojuvenil e tentativa de produção de pornografia infantojuvenil.
A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Itumbiara – 6ª DRP, em conjunto com a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e a Delegacia Especializada de Apuração de Atos Infracionais (Depai). Os policiais civis cumpriram, nesta terça-feira, 7, o mandado de prisão preventiva expedido em desfavor de Givanildo Teodoso da Silva, de 39 anos.
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O inquérito policial que apura a prática dos crimes sexuais dos quais Givanildo é suspeito ainda está em trâmite. Ele atuava como líder de jovens na congregação.
Denúncias chegaram ao Conselho Tutelar
As investigações começaram após informações encaminhadas pelo Conselho Tutelar de Itumbiara, de que o investigado teria enviado, via direct do Instagram, fotos de seu órgão genital a uma adolescente de 13 anos que frequentava a igreja, além de ter solicitado que a jovem lhe enviasse fotos íntimas.
Segundo a Polícia Civil, no decorrer das investigações, apurou-se que, além da tentativa de produção de pornografia infantojuvenil contra essa adolescente, Givanildo teria praticado o crime de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 12 anos e contra uma mulher maior de idade com deficiência intelectual, ao induzir as vítimas a praticarem atos libidinosos em si mesmas durante videochamadas.
O investigado também é suspeito do crime de registro não autorizado da intimidade sexual contra cinco mulheres adultas, ao efetuar gravações não autorizadas de videochamadas. Ele também possuía pornografia infantojuvenil armazenada em grande quantidade, segundo a polícia.
A Polícia Civil informou que a divulgação da imagem do preso foi realizada nos termos da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 – PC, conforme despacho da autoridade policial responsável, visando auxiliar na identificação de novas vítimas.
Com informações do Portal do Terra


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