Criança sobreviveu após atendimento médico e ficou com sequelas permanentes, segundo o Ministério Público.
Marcos Batista Alves Ribeiro foi condenado a 22 anos e 9 meses de prisão por tentar matar o próprio filho, um bebê de apenas 3 meses, em Corbélia, no Oeste do Paraná.
Segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR), ele agrediu a criança com extrema violência porque o bebê não parava de chorar. O julgamento aconteceu na quarta-feira (6), e o réu seguirá preso em regime fechado.
Após a agressão, o bebê entrou para a adoção e, quando tinha cerca de nove meses, foi adotado por uma nova família.
De acordo com a denúncia, Marcos espancou a criança dentro da casa da família em dezembro de 2023. A vítima teve hematomas por corpo todo e traumatismo crânio encefálico.
Bebê apresentou várias lesões no rosto e no corpo — Foto: Ministério Público do Paraná
Segundo a promotora Cláudia Tonetti Biazus, que acompanha o caso, as agressões ocorreram às 9h da manhã e a avó chegou em casa às 18h, quando conseguiu socorrer a criança. A mãe negligenciou o atendimento do bebê por medo de também ser vítima de agressões do marido, por isso, ela não foi processada.
A criança sobreviveu após receber atendimento médico. No entanto, segundo a promotora de Justiça Cláudia Tonetti Biazus, a vítima ficou com sequelas permanentes.
“O julgamento veio como resposta a um ato bárbaro contra um bebê que precisava de proteção. A criança ficou com sequelas permanentes e até hoje necessita de tratamento médico”, afirmou.
Ainda de acordo com ela, o prognóstico é dificuldade na fala e na locomoção. Existe também a possibilidade da criança não andar.
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Pai bateu na criança porque ela não parava de chorar — Foto: Ministério Público do Paraná
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Criança ficou com sequelas sérias após agressão — Foto: Ministério Público do Paraná
Fonte: g1 PR

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