PC toma decisão sobre caso de agressão envolvendo técnica de enfermagem e Magno Malta


Polícia Civil apura caso envolvendo Magno Malta após denúncia de agressão em hospital particular de Brasília

Foto: Divulgação / Agência Brasil - Fabio Rodrigues Pozzebom

A Polícia Civil do Distrito Federal decidiu não indiciar o senador Magno Malta (PL-ES) na investigação sobre uma denúncia de agressão contra uma técnica de enfermagem no Hospital DF Star, em Brasília.

A corporação concluiu que não há provas suficientes para responsabilizar formalmente o parlamentar pelo episódio ocorrido durante um exame médico em 30 de abril.

A denúncia foi registrada após o senador passar por uma angiotomografia de tórax e coronárias na unidade de saúde. Segundo a técnica de enfermagem, o equipamento interrompeu automaticamente a aplicação do contraste ao detectar uma obstrução no acesso venoso. Ao se aproximar para prestar auxílio diante do extravasamento do líquido, a profissional afirmou que Magno Malta teria reagido agressivamente, levantando-se da maca e dando um tapa em seu rosto. No entanto, a principal testemunha ouvida no caso afirmou não ter presenciado qualquer ato agressivo.


Polícia Civil conclui falta de provas para indiciamento

Fontes ligadas à investigação informaram que o inquérito foi encerrado sem o indiciamento do senador.

A Polícia Civil avaliou os depoimentos e demais elementos colhidos e entendeu que não há provas suficientes para responsabilizar Magno Malta pela suposta agressão.


Versão do senador e defesa

Ela também relatou ter sido chamada de “imunda” e “incompetente”.

O senador negou as acusações. Em vídeo publicado nas redes sociais, Magno Malta afirmou que nunca agrediu nenhuma mulher.

“Eu nunca encostei a mão em ninguém, nem nas minhas filhas, nem em nenhuma mulher. Isso é falsa comunicação de crime”, afirmou.

A defesa do parlamentar divulgou nota afirmando que Magno Malta estava sob efeito de forte medicação no momento do exame, o que teria comprometido sua cognição. Segundo os advogados, a reação atribuída a ele decorreu da dor causada pelo procedimento médico, e não teve intenção agressiva contra a técnica de enfermagem.

Desde o episódio, a técnica de enfermagem permanece afastada de suas funções. O caso foi encerrado pela Polícia Civil sem indiciamento, mantendo dúvidas sobre o ocorrido e seus desdobramentos para as partes envolvidas.



Da Redação / Com informação site O Segredo





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