Camisa 10 começa no banco, mas pode reforçar o Brasil no segundo tempo e aliviar a pressão sobre Vinicius Jr
O retorno de Neymar à seleção brasileira está cada vez mais próximo. Após três anos afastado, o atacante deve atuar entre 20 e 30 minutos na partida contra a Escócia, nesta terça-feira, pela Copa do Mundo. A tendência é que o camisa 10 comece no banco de reservas e seja utilizado no decorrer do segundo tempo.
A presença do jogador é vista como um reforço importante não apenas dentro de campo, mas também no aspecto emocional do grupo. Internamente, há a expectativa de que Neymar ajude a dividir a responsabilidade com Vinicius Jr, atualmente o principal nome da equipe comandada pelo técnico Carlo Ancelotti.
O confronto será disputado no Hard Rock Stadium, em Miami, com grande presença de torcedores brasileiros. A Escócia deve adotar uma postura mais defensiva, apostando em linhas compactas para dificultar as ações ofensivas do Brasil.
A possível entrada de Neymar também faz parte de um processo gradual de readaptação do atleta ao ritmo de jogo, incluindo intensidade e dinâmica tática da equipe. Mesmo sem estar em sua melhor forma física, o jogador é tratado como peça importante para a sequência da competição.
Até o momento, seleções como Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai e Uruguai aparecem entre as sul-americanas que avançariam de fase. Entre os destaques gerais do torneio, Alemanha e Canadá lideram em número de gols, enquanto México, Espanha, Argentina e Gana ainda não sofreram defensivamente.

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