BRASILEIRÃO | Presidente do Vitória detona árbitro após jogo contra o Palmeiras e diz que Cacá levou cinco pontos


Para mandatário rubro-negro, a não expulsão de Maurício desequilibrou o duelo contra o Verdão 

Allan, do Palmeiras, disputa a bola com adversário do Vitória, observado por Cacá • Cesar Greco/Palmeiras

O presidente do Vitória, Fábio Mota, detonou a arbitragem do jogo contra o Palmeiras, nessa quarta-feira (30). A equipe rubro-negra perdeu por 4 a 0, pelo Brasileiro, e o dirigente criticou as decisões do árbitro Alex Gomes Stefano (RJ) durante a partida no Barradão, em Salvador (BA).

Em pronunciamento, Mota expressou insatisfação pela não expulsão do jogador Maurício, do Palmeiras, após uma cotovelada no zagueiro Cacá, do Vitória. O mandatário revelou que o defensor precisou levar cinco pontos no queixo devido à intensidade do lance.

Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no queixo, não foi por acaso. Não foi por ser intencional, o que foi relatado pelos jogadores foi que o árbitro disse que não foi intencional. Intencional, não, mas foram cinco pontos no queixo.Fábio Mota, presidente do Vitória

O presidente rubro-negro afirmou que a decisão de manter Maurício em campo "desequilibrou a partida completamente". Segundo ele, o Vitória estava fazendo um grande jogo e tinha 70% de posse de bola antes do ocorrido.


Protesto e nota oficial do Vitória

Mota relembrou ainda uma polêmica na partida entre Vitória e Flamengo em 2025, apontando que "é difícil fazer futebol no Nordeste". Em protesto, o dirigente anunciou que nem jogadores, nem o treinador concederiam entrevista após o jogo.

Pouco após as declarações de Fábio Mota, o Vitória divulgou uma nota oficial com novas críticas à arbitragem. O clube comunicou que formalizará uma representação junto à Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A nota expressa "absoluta indignação e revolta" com a atuação da equipe de arbitragem, em especial do árbitro Alex Gomes Stefano e do árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira. O clube reitera que a cotovelada em Cacá, aos 25 minutos do primeiro tempo, era "um lance claro de agressão".

Para o Vitória, a não expulsão de Maurício teve impacto direto no andamento da partida e em seus desdobramentos. A diretoria finaliza a nota afirmando que o clube "seguirá defendendo seus interesses e os de sua torcida, exigindo respeito dentro e fora das quatro linhas".


CNN Brasil




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