Homem é preso suspeito de tentar estuprar a própria irmã e enfrentar policiais em Anchieta


Mulher gritou por socorro e contou com a ajuda do filho para impedir o ataque; suspeito resistiu à prisão e entrou em confronto com policiais


Um homem de 39 anos foi preso suspeito de tentar estuprar a própria irmã, de 44 anos, na noite de segunda-feira (17), em Anchieta, no Litoral Sul do Espírito Santo. Segundo a Polícia Militar, a vítima gritou por socorro e recebeu ajuda do filho, que conseguiu impedir que o crime fosse consumado.

De acordo com o relato da mulher aos policiais, ela estava deitada no quarto quando o irmão entrou no cômodo e segurou seus braços com força sobre a cama. O homem teria tentado cometer o abuso, mas a vítima começou a gritar.

Ao perceber o que estava acontecendo, o filho da mulher tentou intervir. Segundo a PM, o jovem foi atingido com um soco no rosto pelo tio. Na sequência, o suspeito fugiu e se escondeu na cozinha da residência.

Quando os militares chegaram, o homem teria se recusado a deixar o cômodo e não obedecido às ordens para se entregar. Diante da possibilidade de ele estar armado, os policiais utilizaram gás lacrimogêneo para tentar contê-lo.

Mesmo assim, o suspeito conseguiu sair da casa e entrou em luta corporal com os militares e com outro irmão, de 41 anos. Para conseguir imobilizá-lo, a equipe utilizou quatro disparos de munição de borracha e uma arma de choque.

Após ser contido, o homem passou por avaliação médica e foi encaminhado, junto com os demais envolvidos, para a Delegacia de Guarapari.

A Polícia Civil informou que ele foi autuado em flagrante por tentativa de estupro e resistência à ação policial. Depois dos procedimentos, foi levado para o Centro de Triagem, no Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa, em Viana, onde permanece à disposição da Justiça.

Ainda conforme a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), o suspeito já havia sido preso em 2010 por estupro de vulnerável e permaneceu preso até receber alvará de soltura em maio de 2019. O nome dele não foi divulgado para preservar a identidade da vítima.




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