Grávida é encontrada morta com perfurações de faca e companheiro é preso em flagrante, em Pedro Canário


A vítima de 33 anos, estava grávida de 5 meses. Ela e o principal suspeito estavam juntos havia cerca de cinco anos.

Laydiane Lacerda da Silva estava grávida de cinco meses e foi encontrada morta em Pedro Canário, no Espírito Santo — Foto: Acervo de família

Uma mulher de 33 anos foi encontrada morta dentro da própria casa na tarde do último sábado (3) em Pedro Canário, no Extremo Norte do Espírito Santo. Laydiane Lacerda da Silva estava grávida de cinco meses e o companheiro dela, identificado como Rafael Alves, de 29 anos, foi preso em flagrante por feminicídio.

De acordo com informações da Polícia Militar, o corpo de Laydiane possuía marcas de perfurações na região do pescoço. Durante a ocorrência, agentes encontraram vestígios de sangue no banheiro e uma calça com manchas de sangue, além de um canivete preso à peça de roupa.


Companheiro é o principal suspeito

Aos militares, Rafael relatou que havia saído para trabalhar pela manhã e, ao retornar, encontrou a mulher já sem vida na residência do casal, na localidade de Cristal do Norte.

Ele foi conduzido à Delegacia Regional de São Mateus e, segundo a Polícia Civil, foi autuado em flagrante por feminicídio na forma da Lei Maria da Penha e encaminhado ao sistema prisional. Ele passou por uma audiência de custódia na segunda-feira (5) e segue preso preventivamente.

De acordo com a delegada responsável pelo caso, Geyce Narcisa, o homem se tornou o principal suspeito do crime devido as marcas de sangue encontradas pela polna roupa dele.

Um parente de Laydiane, que não quis se identificar, afirmou que a vítima estava com 18 semanas de gestação e esperava um menino. Ainda segundo o relato, ela foi encontrada morta por volta de 12h30 de sábado (3).

Laydiane Lacerda da Silva e Rafael Alves estavam juntos havia cerca de cinco anos — Foto: Reprodução/Redes sociais

Laydiane foi encontrada nua, com perfurações no pescoço provocadas por uma faca e uma fratura no maxilar. Ainda de acordo com a família, a roupa de Rafael tinha manchas de sangue e ele portava um canivete, que costuma usar no trabalho rural. No entanto, ainda não há a confirmação de que o objeto tenha sido usado no crime.

Laydiane tinha baixa visão permanente e deficiência motora. De acordo com a família, ela e Rafael estavam juntos havia cerca de cinco anos e moravam na mesma casa desde o início de 2024. A gravidez era muito esperada pela família, após ela ter sofrido um aborto há cerca de dois anos.


Da Redação / Com uinformações de A Gazeta 




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