Três pessoas são presas durante fiscalização em lojas de armas e munições no ES


Operação realizada em Campo Grande e Vila Merlo identificou munições sem registro, divergências no controle de produtos e documentos considerados irregulares


Três pessoas foram presas durante uma operação de fiscalização realizada na quarta-feira (7) em duas lojas que comercializam armas e munições, nos bairros Campo Grande e Vila Merlo, em Cariacica, na Grande Vitória.

A ação contou com a participação da Polícia Civil, da Secretaria da Fazenda e do Exército Brasileiro e teve como objetivo verificar possíveis irregularidades nos estabelecimentos.

Em uma das lojas, localizada em Campo Grande, os agentes encontraram munições de fuzil que não tinham registros de saída no sistema de controle. Conforme o boletim de ocorrência, o proprietário informou que os produtos haviam sido vendidos sem a emissão de notas fiscais.

Diante das irregularidades, o Exército determinou a suspensão temporária das atividades do estabelecimento, enquanto a Polícia Civil apreendeu o acervo encontrado no local. O proprietário foi autuado por comércio ilegal de arma de fogo e falsidade ideológica.


Segunda loja também apresentou irregularidades

Durante a fiscalização em Vila Merlo, foram apreendidos um tablet, um computador, armas, carregadores e munições. Os agentes identificaram diferenças entre os produtos encontrados no estabelecimento e os registros de entrada e saída.

Segundo o boletim de ocorrência, também foram verificadas situações como a comercialização de armas e munições sem a documentação exigida, além da falta de acesso do proprietário formal a cofres, documentos e áreas consideradas estratégicas da loja.

Ainda conforme o registro policial, os agentes identificaram a emissão de uma nota fiscal falsa relacionada à venda de munições.

Duas pessoas foram presas no estabelecimento e autuadas pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo e falsidade ideológica.

A Polícia Civil informou que as diligências continuam e que novas informações serão divulgadas quando possível. O Exército Brasileiro também foi procurado para fornecer mais detalhes sobre a fiscalização, mas informou que não poderia compartilhar esse tipo de informação.



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