A justificativa é o fato de a Zema Financeira, empresa da família do chefe do Executivo, ter sido autorizada por Bolsonaro a fazer empréstimos consignados
A justificativa é o fato de a Zema Financeira, empresa de sua família, ter sido uma das beneficiadas por uma medida provisória do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que autorizou a realização de empréstimos consignados sobre valores do Auxílio Brasil, hoje rebatizado com seu nome original de Bolsa Família, e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
O pedido de convocação foi apresentado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG). De acordo com o deputado, o consignado para beneficiários do BPC e do antigo Auxílio Brasil foi autorizado no governo Bolsonaro e beneficiou apenas 12 instituições que receberam autorização para operar, entre elas a Zema Financeira. O parlamentar também solicitou a quebra de sigilo da empresa, no entanto, não foi aprovado.
A convocação foi aprovada com o apoio do Novo e da oposição, que votaram a favor afirmando que Zema não tem o que esconder.
A CPMI iniciou seus trabalhos em agosto com o objetivo de apurar descontos associativos irregulares da aposentadoria de beneficiários do INSS e também empréstimos consignados fraudulentos.
Fonte: Estado de Minas


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