Os pais da menina são separados, e homem visitou a criança sem avisar a mãe antes. Ele foi preso em flagrante e caso já está na Justiça.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/8/9cN6bYRAyzQ0oakBMIUA/jl-tm-3-.jpg)
Homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Conceição das Alagoas e teve a prisão ratificada — Foto: Google Street View/Reprodução
Um homem foi preso suspeito de estuprar a própria filha de 10 anos em Pirajuba, na quinta-feira (10). Segundo a Polícia Civil (PC), o crime aconteceu na quarta-feira (9) em um hotel no qual o suspeito estava hospedado, após ele buscar a menina na casa da mãe dela.
O delegado responsável pelo caso, Bruno Vinícius Cordeiro Martins, da Polícia Civil de Conceição das Alagoas, explicou ao g1 que os pais da vítima são separados e que o homem visitou a criança sem pedir a permissão da mãe antes.
Ainda segundo o delegado, o suspeito também possui indiciamento por outros crimes sexuais. Os detalhes sobre esses casos não foram informados.
Ainda segundo o delegado, a vítima relatou o ocorrido à mãe assim que retornou para a casa. A família procurou o Conselho Tutelar na manhã do dia seguinte e a Polícia Civil foi acionada. O homem foi localizado pela Polícia Militar (PM) ainda na cidade e preso em flagrante. Ele foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Conceição das Alagoas.
Após ouvir os depoimentos dos envolvidos, o delegado ratificou a prisão e o suspeito foi levado para a prisão, onde permanece à disposição da Justiça. A PC também representou ao Poder Judiciário pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.
Ao g1, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que os autos do flagrante foram distribuídos, no início da noite de quinta-feira (10) para a 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Conceição das Alagoas, que abriu vistas para o Ministério Público se manifestar.
Até a última atualização desta reportagem, ainda não tinha sido definido o horário para a audiência de custódia, onde será decidida pela conversão ou não da prisão em flagrante em preventiva.
O caso correrá em segredo de justiça, para proteger a dignidade, a intimidade e a identidade da vítima.
Com informações do G1

.gif)