VÍDEO: Pescadores encontram alteração incomum ao abrir peixe capturado no Rio Doce


Corimba apresentava abdômen bastante estufado; animal não passou por exames que pudessem identificar a causa da condição


Uma situação incomum chamou a atenção de dois pescadores após a captura de uma corimba no Rio Doce, na região central de Colatina. O peixe apresentava um volume fora do comum na região abdominal e surpreendeu os pescadores no momento em que foi aberto para a limpeza.

Imagens feitas no local mostram o interior do animal e registram a reação dos pescadores diante da aparência encontrada. A situação despertou curiosidade entre pessoas que acompanham a atividade de pesca e também levantou questionamentos sobre o que poderia ter provocado a alteração.

Segundo informações, os dois pescadores estavam no Rio Doce quando capturaram o peixe. A característica que mais chamou atenção foi o tamanho do abdômen, que aparentava estar bastante cheio.


Não há diagnóstico sobre a causa

Apesar das imagens, não é possível determinar o motivo da alteração apresentada pela corimba.

O animal não foi recolhido para exames laboratoriais e, até o momento, não existe laudo técnico que indique doença, contaminação, parasitismo ou qualquer outra causa específica para a condição observada.

Dessa forma, qualquer tentativa de apontar uma causa somente a partir da aparência registrada em vídeo seria inconclusiva.


Caso chama atenção por envolver o Rio Doce

O registro também repercutiu por ter ocorrido no Rio Doce, cuja bacia foi afetada pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015.

Desde então, questões relacionadas à qualidade da água, à recuperação ambiental e às condições da fauna aquática continuam sendo acompanhadas por moradores, pescadores e comunidades que vivem na região.

No entanto, não há evidências técnicas que relacionem a alteração encontrada no peixe aos efeitos do desastre ambiental. Uma eventual relação só poderia ser investigada por meio da coleta do animal e de análises realizadas por profissionais e instituições especializadas.

Por enquanto, o caso permanece como um registro feito por pescadores de uma condição incomum observada em uma corimba capturada no Rio Doce, em Colatina.







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