Suspeito de ameaçar ex-companheira é preso em flagrante em Barra de São Francisco



Uma ação integrada da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da 14ª Delegacia Regional de Barra de São Francisco, e da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), por meio do 11º Batalhão de Barra de São Francisco, realizada na tarde da última sexta-feira (13), prendeu, em flagrante, de um suspeito de 37 anos, pelos crimes de ameaça e violência psicológica no âmbito da Lei Maria da Penha.

Na manhã da sexta-feira (13), a vítima, de 27 anos, compareceu à delegacia e relatou que, após o término de um relacionamento de oito anos, passou a sofrer graves ameaças de morte, além de agressões físicas, verbais e psicológicas. "Durante o atendimento, a vítima recebeu novas ameaças em tempo real via aplicativos de mensagens, incluindo fotos de armas de fogo e declarações de que incendiaria a residência caso ela retornasse ao local", conta a adjunta da 14ª Delegacia Regional de Barra de São Francisco, delegada Jéssica Bohrer.

Diante da gravidade e da persistência das ameaças, as equipes policiais organizaram uma ação conjunta imediata. "O suspeito foi localizado conduzindo a motocicleta que havia retirado da residência da mãe da vítima sob intimidação. Após acompanhamento tático, ele foi abordado e detido, sendo conduzido ao plantão da Central de Teleflagrantes", disse a delegada.

O suspeito foi autuado pelos crimes de ameaça e violência psicológica, na forma da Lei Maria da Penha, e liberado para responder em liberdade após recolhimento da fiança arbitrada pela autoridade policial. A decisão de arbitrar a fiança ocorreu em razão da soma das penas, que determina a fixação do valor na esfera policial, conforme a legislação vigente.

A vítima já solicitou Medidas Protetivas de Urgência e manifestou o desejo de representar criminalmente contra o agressor. “Não recuaremos um passo sequer na proteção das mulheres de Barra de São Francisco. Quem utiliza o terror para controlar o outro deve saber que encontrará uma força policial unida, técnica e implacável", disse a delegada Jéssica Bohrer.




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