Americana dependia de um pulmão artificial fabricado na década de 1950 para sobreviver
Martha Lillard num 'pulmão de ferro' — Foto: Reprodução | YouTubeMartha Ann Lillard tinha 78 anos e era natural de Oklahoma. Ela foi diagnosticada com poliomielite aos cinco anos, apenas dois anos antes de os Estados Unidos iniciarem uma campanha de vacinação em massa que seria replicada em todo o mundo para prevenir a doença em crianças. Ao longo de sua vida, ela passou seus dias em um ventilador mecânico até 26 de junho de 2026, quando o aparelho parou de funcionar e não pôde ser consertado.
A poliomielite, ou pólio, é uma doença viral contagiosa que afeta o sistema nervoso. Em casos graves, pode destruir células nervosas e causar paralisia irreversível dos membros em poucas horas. Em sua forma mais grave, paralisa os músculos respiratórios, o que é praticamente uma sentença de morte.
O caso de Lillard tornou-se atípico depois que ela foi mantida em segurança em uma máquina que gerava pressão negativa para ajudar seus pulmões a respirar quando eles não conseguiam fazê-lo sozinhos.
Ela passou o resto de seus 73 anos dentro do cilindro de metal que a ajudava a respirar. Inicialmente, os médicos exigiram que ela permanecesse lá dentro por um total de 23 horas por dia, e a hora restante era dedicada à reabilitação de seus membros imóveis para evitar a atrofia.
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Com informações do O Globo

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